quinta-feira, 11 de março de 2010
quarta-feira, 10 de março de 2010
Do Carta Maior
"a coalizão demotucana se esmera na desesperada tentativa de 'criar fatos' que revertam o esfarelamento da candidatura Serra: ontem, o governador de SP 'inaugurou' a maquete de uma suposta ponte, que em algum suposto dia, de um suposto ano poderá, supostamente, substituir as balsas na travessia Santos-Guarujá. Como diz o escritor Luís Fernando Veríssimo – “Às vezes, a única coisa verdadeira num jornal é a data”
terça-feira, 9 de março de 2010
Nota do Partido dos Trabalhadores
Nota do Partido dos Trabalhadores
É com perplexidade e absoluta indignação que o Partido dos Trabalhadores vem acompanhando a escalada de ataques mentirosos, infundados e caluniosos por parte de alguns órgãos da imprensa a partir de matéria sensacionalista publicada na última edição da revista Veja.
O mais absurdo desses ataques se deu hoje, terça-feira (9), quando o jornal O Estado de S.Paulo usou seu principal editorial para acusar o PT de ser “o partido da bandidagem” – extrapolando todos os limites da luta política e da civilidade sem qualquer elemento que sustente sua tese.
O PT tem uma incontestável história de lutas em defesa da democracia, da cidadania, da justiça e das liberdades civis. Nasceu dessas lutas, se consolidou a partir delas e, nos governos que conquistou, tem sido o principal promotor da idéia de um Brasil efetivamente para todos, com absoluto respeito às instituições democráticas, às regras do jogo político e ao direito fundamental à liberdade de opinião e expressão.
Para nós, a diversidade de opiniões é a essência não só da democracia, mas também do próprio PT. Devemos a essa característica, em grande parte, o sucesso de nosso projeto de país, cujo apoio majoritário da população se dá em oposição aos interesses da minoria que nos ataca.
Nem o PT nem a sociedade brasileira podem aceitar o baixo nível para o qual parte da mídia ameaça levar o embate político às vésperas de mais uma eleição presidencial. O Brasil não merece isso. A democracia não merece isso. A liberdade de imprensa, defendida pelo PT mais do que por qualquer outro partido, não merece que façam isso em nome dela.
O PT não entrará nesse jogo, no qual só ganham aqueles que têm pouco ou nenhum compromisso com a democracia. Mas buscará, pelas vias institucionais, a devida reparação judicial pelas infâmias perpetradas contra o partido e seus milhões de militantes nos últimos dias.
Acionaremos judicialmente o jornal o Estado de S.Paulo, pelo editorial desta terça, e a revista Veja, pela matéria que começou a circular no último sábado. Também representaremos no Conselho Nacional do Ministério Público contra o promotor José Carlos Blat, fonte primária de onde brotam as mentiras, as ilações, as acusações sem prova e o evidente interesse em usar a imprensa para se promover às custas de acusações desprovidas de qualquer base jurídica ou factual.
José Eduardo Dutra
Presidente Nacional do PT
segunda-feira, 8 de março de 2010
Secom contesta interpretação da Folha sobre pesquisas
Do blog do Planalto
Segunda-feira, 8 de março de 2010 às 19:04
A Secom divulgou nota hoje (ver aqui) mostrando que, ao contrário do que foi publicado na edição de hoje da Folha de S. Paulo, as pesquisas contratadas no ano passado e divulgadas em 25 de fevereiro no site da Secretaria (ver aqui) são para avaliar o conhecimento e a comunicação de mais de 30 políticas públicas ou programas. Tais como: “Bolsa Família, Samu, Farmácia Popular, Ensino Técnico, PAC, Pronaf, Luz para Todos, Reuni, PDE, salário mínimo, Projovem, Olimpíadas, Rede Pública de Saúde, Proinfo, Habitação, aumento do piso previdenciário, Pré-sal, Gripe A H1N1, preservação do meio ambiente, desmatamento na Amazônia, Olimpíadas 2016, Copa do Mundo 2014, dentre outras que podem ser observadas nos relatórios de pesquisa”.
Como é possível verificar, a grande maioria desses programas não é associada à ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. A repórter pinçou algumas pesquisas qualitativas de avaliação de campanhas publicitárias, como do PAC e do Minha Casa Minha Vida, para tirar a absurda conclusão de que tais levantamentos contribuem “para a tática de Dilma”.
Os roteiros dessas pesquisas também estão publicados no site da Secom. A simples leitura desses roteiros mostra que o objetivo dessas pesquisas é conhecer a percepção dos entrevistados sobre as campanhas de divulgação, a lembrança que se tem delas e a avaliação das peças publicitárias. O objetivo dessas avaliações, que são feitas por grandes anunciantes dos setores público e privado, é fazer os devidos ajustes para comunicar melhor as mensagens nas campanhas publicitárias seguintes.
Os roteiros dessas pesquisas também estão publicados no site da Secom. A simples leitura desses roteiros mostra que o objetivo dessas pesquisas é conhecer a percepção dos entrevistados sobre as campanhas de divulgação, a lembrança que se tem delas e a avaliação das peças publicitárias. O objetivo dessas avaliações, que são feitas por grandes anunciantes dos setores público e privado, é fazer os devidos ajustes para comunicar melhor as mensagens nas campanhas publicitárias seguintes.
Já no relatório de análise dos grupos de discussão pode-se verificar que a avaliação positiva da campanha do PAC é majoritária, ao contrário do que tenta induzir a Folha ao mencionar apenas a frase de um participante que sugere um viés eleitoreiro. Duas páginas antes da frase pinçada para referendar a tese do jornal há uma pessoa da mesma cidade (Recife) e mesma classe social (A/B), que compreende o PAC de forma diferente, o que a Folha sonega ao seu leitor:
Existe um programa, o PAC, que é a aceleração do crescimento com investimento no saneamento, habitação e estradas (Classe A/B – Recife).
Não precisaria muito esforço para conseguir outras frases de contraponto à reproduzida na Folha. Elas estão espalhadas por todo o relatório. Aqui estão alguns exemplos:
1) O comercial deixa claro o PAC. Programa de aceleração do crescimento. (Classe A/B – São Paulo).2) Que o Governo Federal está investindo em obras (Classe C/D – Brasília).3) O governo está buscando saídas. (Classe C/D – Goiania).4) O governo vai gerenciar os recursos para que o programa dê certo (Classe C/D – São Paulo).5) O governo está melhorando a vida das pessoas (Classe C/D – Brasília).6) Firmeza do governo, trabalhando pelo povo (Classe C/D – Recife).7) Uma diferença do governo Lula para os outros anteriores: é que alguma coisa a gente vê, nos outros a gente não via (Classe A/B – Fortaleza).Vai gerar mais empregos. Está mudando a infra–estrutura. (Classe C/D – Brasília).
9) Geração de empregos, desenvolvimento do país (Classe A/B – Belém).10) Acredito na propaganda. Acredito no Lula (Classe C/D – Recife).11) Nós já estamos vendo as obras, as coisas acontecendo (Classe C/D – Recife
domingo, 7 de março de 2010
Teatro >>> Festival de Curitiba
Do Digestivo Cultural
Teatro >>> Festival de Curitiba 2010
A moda mais recente, depois da invenção da Flip, é a dos festivais literários. Escritores, editores, críticos e interessados, reunidos num único local ou numa única cidade, para viver e respirar literatura durante algumas horas ou alguns dias. Pode parecer estranho para quem não lê, mas a Flip lota Paraty todos os anos, a ponto de a cidade já ter ficado sem luz - no dia mais cheio - quando os literatos resolvem sair para jantar... Se a Flip começou nos anos 2000, o Festival de Teatro de Curitiba está chegando à sua 19ª edição em 2010. São, em meados de março, quase duas semanas dedicadas às artes cênicas, na capital paranaense. No reino da dança, por exemplo, o destaque vai ficar por conta da São Paulo Companhia de Dança (são grupos do Brasil inteiro e "de fora", também). Já no circo - não é o exorbitante "du Soleil" - o destaque fica por conta do Grupo Tholl (representante do "novo circo", ou do que quer que isso seja). Entre os musicais, no embalo do "Ano da França" ainda, Oui, Oui... A França é Aqui - A Revista do Ano, e revisitando o mestre Ariano Suassuna, A Farsa da Boa Preguiça. E por falar em comédia, ressurge Mário Bortolotto, com Música para Ninar Dinossauros. Também o italiano Dario Fo, um dos nobéis mais desconhecidos de literatura, com O Papa e a Bruxa. E, já separada de Gerald Thomas, a Companhia de Ópera Seca dá as caras comTravesties, de Tom Stoppard. Ainda, Produto, de Mark Ravenhill, um dos representantes da Generation ecstasy, e Dulcinea's Lament, direto do Canadá, homenageando Dom Quixote. Paulo Leminski igualmente ressurge com Vida e o Grupo Galpão viaja no tempo com Till, a saga de um herói torto. Nos dramas, Christiane Torloni dá o ar da graça em A Loba de Ray-Ban e Lygia Fagundes Telles, adaptada por Maria Adelaide Amaral, tem seu livro As Meninas encenado. Memória da Cana evocaÁlbum de Família de Nélson Rodrigues e Ana Cristina César é resgatada em Um Navio no Espaço. Bia Lessa retorna, depois de 5 anos, com Formas Breves, e Nosso Estranho Amor (não é o filme da Xuxa) se baseia nas novelas do recorrente Beckett. Os clássicos serão bem representados por Macbeth, com Renata Sorrah e Daniel Dantas. E os monólogos terão Beth Goulart em Simplesmente eu, Clarice Lispector. Fora tudo isso, o Fringe, uma arena para a experimentação livre, oferece 368 espetáculos nos 13 dias do Festival. Não é à toda que o de Curitiba é o maior do Brasil. E não seria mal se os nossos literatos flertassem, mais, com a velha e boa dramaturgia.
Teatro >>> Festival de Curitiba 2010
A moda mais recente, depois da invenção da Flip, é a dos festivais literários. Escritores, editores, críticos e interessados, reunidos num único local ou numa única cidade, para viver e respirar literatura durante algumas horas ou alguns dias. Pode parecer estranho para quem não lê, mas a Flip lota Paraty todos os anos, a ponto de a cidade já ter ficado sem luz - no dia mais cheio - quando os literatos resolvem sair para jantar... Se a Flip começou nos anos 2000, o Festival de Teatro de Curitiba está chegando à sua 19ª edição em 2010. São, em meados de março, quase duas semanas dedicadas às artes cênicas, na capital paranaense. No reino da dança, por exemplo, o destaque vai ficar por conta da São Paulo Companhia de Dança (são grupos do Brasil inteiro e "de fora", também). Já no circo - não é o exorbitante "du Soleil" - o destaque fica por conta do Grupo Tholl (representante do "novo circo", ou do que quer que isso seja). Entre os musicais, no embalo do "Ano da França" ainda, Oui, Oui... A França é Aqui - A Revista do Ano, e revisitando o mestre Ariano Suassuna, A Farsa da Boa Preguiça. E por falar em comédia, ressurge Mário Bortolotto, com Música para Ninar Dinossauros. Também o italiano Dario Fo, um dos nobéis mais desconhecidos de literatura, com O Papa e a Bruxa. E, já separada de Gerald Thomas, a Companhia de Ópera Seca dá as caras comTravesties, de Tom Stoppard. Ainda, Produto, de Mark Ravenhill, um dos representantes da Generation ecstasy, e Dulcinea's Lament, direto do Canadá, homenageando Dom Quixote. Paulo Leminski igualmente ressurge com Vida e o Grupo Galpão viaja no tempo com Till, a saga de um herói torto. Nos dramas, Christiane Torloni dá o ar da graça em A Loba de Ray-Ban e Lygia Fagundes Telles, adaptada por Maria Adelaide Amaral, tem seu livro As Meninas encenado. Memória da Cana evocaÁlbum de Família de Nélson Rodrigues e Ana Cristina César é resgatada em Um Navio no Espaço. Bia Lessa retorna, depois de 5 anos, com Formas Breves, e Nosso Estranho Amor (não é o filme da Xuxa) se baseia nas novelas do recorrente Beckett. Os clássicos serão bem representados por Macbeth, com Renata Sorrah e Daniel Dantas. E os monólogos terão Beth Goulart em Simplesmente eu, Clarice Lispector. Fora tudo isso, o Fringe, uma arena para a experimentação livre, oferece 368 espetáculos nos 13 dias do Festival. Não é à toda que o de Curitiba é o maior do Brasil. E não seria mal se os nossos literatos flertassem, mais, com a velha e boa dramaturgia.
sábado, 6 de março de 2010
NOTA À IMPRENSA: João Vaccari Neto Secretário de Finanças e Planejamento do PT
"Nota à imprensa
A respeito de matéria publicada pela revista Veja desta semana, esclareço:
1. Presidi a Bancoop de 2005 até a semana passada, quando me desliguei da cooperativa para assumir minhas funções como Secretário de Finanças e Planejamento do PT;
2. Nunca houve nenhum tipo de acusação contra mim e não respondo a nenhum processo, civil ou criminal
3. Em relação à investigação envolvendo a Bancoop, sempre nos colocamos à disposição das autoridades, agindo com total transparência, disponibilizando documentos e fazendo os esclarecimentos necessários à Promotoria e aos cooperados.
4. Repudio o tipo de jornalismo antiético praticado por Veja, que diz ter passado seis meses “investigando” o caso e em nenhum momento procurou ouvir a mim ou a Bancoop.
João Vaccari Neto
Secretário de Finanças e Planejamento do PT"
quinta-feira, 4 de março de 2010
III Feira de Responsabilidade Social Empresarial Bacia de Campos
Agência do Terceiro Setor
Evento será em Macaé (RJ) e terá como tema “Consumo Consciente por uma Economia Sustentável”
Promovida desde 2008 pela revista Visão Socioambiental (visaosocioambiental.com.br) e parceiros para disseminar conceitos e estimular ações de Responsabilidade Social e Sustentabilidade nos municípios da área de influência da Bacia de Campos, região que tem como principal atividade econômica a exploração de petróleo - fonte energética não renovável -, a Feira de Responsabilidade Social Empresarial Bacia de Campos (feirarsebaciadecampos.com.br) será realizada este ano nos dias 19, 20 e 21 de maio, no Centro de Convenções Jornalista Roberto Marinho (Macaé Centro), das 14h às 21h.
Como aconteceu nas duas versões anteriores, a III Feira de RSE Bacia de Campos – cujo tema central é “Consumo Consciente por uma Economia Sustentável - terá a participação de empresas, organizações não governamentais, gestores públicos, universidades, profissionais liberais, estudantes, instituições de classe, entidades socioambientais, entre outros.
No evento estão incluídos stands, Fórum com palestras, painéis e mesa-redonda, Rodada de Negócios Sustentáveis, Sala de Projeção de Filmes e Vídeos ambientais, apresentações artísticas e culturais com talentos da terra e artistas já consagrados etc. A entrada é inteiramente gratuita, inclusive para o Fórum, bastando o interessado se credenciar pela internet ou no l ocal.
A III Feira de RSE Bacia de Campos contará com a participação de nomes consagrados na área de Responsabilidade Social Empresarial e Sustentabilidade, tais como a economista Amyra El Khalili, o também economista e ambientalista Sérgio Besserman, presidente da Câmara Técnica de Desenvolvimento Sustentável e de Governança Metropolitana do Rio de Janeiro e professor de economia brasileira na PUC-Rio, a jornalista Amélia Gonzalez, editora do caderno Razão Social de O Globo, Higino Aquino, presidente do Instituto Brasileiro de Florestas, entre outros convidados, além de representantes de organizações não governamentais e de grandes empresas e entidades que lideram o movimento em prol da sustentabilidade no Brasil e no exterior.
De acordo com o jornalista Martinho Santafé, diretor da Revista Visão Socioambiental, as duas Feiras anteriores mostraram ser o e vento uma excelente oportunidade para a troca de conhecimentos e experiências, possibilitando, inclusive, o surgimento de parcerias e de ações pela sustentabilidade regional envolvendo atores diversos, como prefeituras, entidades empresariais, sindicatos, universidades, ONG´s e Agendas 21 locais. “O grande objetivo da Feira de Responsabilidade Social Empresarial Bacia de Campos é sensibilizar pessoas a participarem ativamente da construção de um mundo mais sustentável”, diz o jornalista.
Evento: III Feira de Responsabilidade Social Empresarial Bacia de Campos
Período: 19, 20 e 21 de maio de 2010
Horário: 14h às 21h
Objetivo: Apresentação de projetos e ações nas áreas de Responsabilidade Social e Sustentabilidade, disseminando, através de palestras, oficinas do conhecimento, painéis, mesas-redondas e debates, conceitos e ações de Responsabilidade Social e Sustentabilidade, direcionados para o desenvolvimento regional sustentável. Realização: Revista Visão Socioambiental e parceiros.
Tema: “Consumo Consciente por uma Economia Sustentável”.
Target: Empresários, gestores públicos, educadores, profissionais que atuam nas áreas de Responsabilidade Social Corpora tiva, Meio Ambiente e Recursos Humanos, organizações não governamentais, universitários e integrantes das demais instituições representativas da sociedade organizada.
Programação: Fórum de palestras e debates, Rodada de Negócios Sustentáveis, Feira de Exposições, Oficinas de Conhecimento, Projeção de Vídeos e Filmes sobre Sustentabilidade e Apresentações Artísticas e Culturais de ONGS, talentos da terra e artistas consagrados.
Local: Centro de Convenções Jornalista Roberto Marinho (Macaé Centro)
Área com 19 mil m² / Pavilhão Especial com 10 mil m²
&nbs p; 10 salas de convenções com capacidade para 100 pessoas cada, reversíveis.
Praça de alimentação / Restaurante
Estacionamento para 1.500 carros
Rodovia Amaral Peixoto, Km 170 - Barreto – Macaé/RJ
Apoio: Planeta Voluntários
Entrada gratuita, mediante credenciamento, incluindo a participação no Fórum de Palestras.
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