segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
sábado, 19 de fevereiro de 2011
domingo, 30 de janeiro de 2011
O estado das universidades brasileiras
Maurizio Ferrante (*)
texto extraído do Carta Maior
Depoimento de um experiente leitor de quadros de avisos
Uma fonte de informações interessantes do estado atual da academia é representada pelos quadros de avisos de universidades. Entre anúncios tipo - aluga-se vaga em república feminina, vendem-se bicicleta com 12 marchas, geladeira semi-nova e um Gol 1998 em bom estado - aparecem chamadas vagamente relacionadas com estudo e carreira; por exemplo, avisos de palestras e cursos.
Um tema que vem aparecendo mais e mais nos quadros de aviso, mas também em jornais e revistas que de vez em quando se ocupam de educação e afins, é o empreendedorismo. Assim mesmo: com dois ‘és’. Todos nós sabemos do que se trata: uma atitude independente e corajosa, que pressupõe espírito de iniciativa, destemor ao risco e, por fim, conhecimento técnico, atitudes “manageriais” e um bocado de ambição.
Com minha longa experiência de quadros de aviso de universidades posso atestar que nossa juventude está sendo bombardeada por mensagens que endeusam a tal atitude. Os recipientes são estudantes das engenharias e ciências da computação, como também físicos, químicos e biólogos. Não consigo me livrar da impressão de que as mensagens carreguem a silenciosa premissa de que seguir uma carreira acadêmica ou fazer carreira, primeiro em chão de fábrica e depois em atividades mais estratégicas, seja próprio dos menos capazes. Talvez esteja sendo injusto, mas é o que implica a adjetivação utilizada, que recobre de méritos o engenheiro (ou químico, ou físico...) empreendedor, e lhe aponta como inevitável o sucesso de sua pequena empresa, invariavelmente de base científica e com grande carga de inovação.
Em torno dessa idéia, a partir de 1984 começam a nascer os parques tecnológicos, que hoje no Brasil são mais de duzentos (na minha cidade tem dois), alimentados por diversos tipos de financiamento; CNPq, Secretaria de Ciência e Tecnologia dos Estados, etc., e cujo desempenho – perdas e ganhos – nunca foi apresentado aos pagadores de imposto. Notável é a ausência quase que completa de capital de risco provindo de grandes empresas ou mesmo de investidores pessoas físicas.
Sabemos que o tempo presente é a era dos serviços, natural sucessora da era da indústria, e o empreendedorismo, alardeado como a vocação dos mais capazes, passou a formar um mercado per se, sobre o qual se pode ganhar dinheiro. Isso levou à proliferação de parques tecnológicos, incubadeiras de novas empresas e entes do tipo, que logicamente necessitam de presidentes, diretores e administradores, perpetuando-se assim o ciclo do existo porque existo e quero continuar existindo. Das empresas amparadas por esses Parques e incubadeiras sabe-se pouco, e as perguntas que se colocam são: qual a taxa de mortalidade – Suíça ou de terceiro mundo? Qual o peso econômico das empresas? Qual o seu nível tecnológico médio?
Lembro-me de quando visitei a Feira de um desses Parques, e surpreso me deparei com o estande de uma (hoje falida) fábrica de tratores exibindo o seu já então vetusto produto. Naturalmente há exceções, e muitas, e pontos de vista diferentes, mas a intenção deste artigo não é tanto discutir os prós e contras do empreendedorismo no plano econômico ou no de formador de estruturas tecnológicas consistentes, como de levantar questões sobre o efeito que esse pesadissimo marketing da carreira possa ter sobre os estudantes.
Os apelos ao empreendedorismo deixam de mencionar que uma empresa de base tecnológica depende do aparecimento de uma idéia que não surge do ar, mas é pacientemente garimpada entre princípios científicos, experimentos e, principalmente, conhecimento de causa. Lembro que em uma eleição passada, o mote que acompanhava um dos candidatos era “deixe o homem trabalhar”. Eu adaptaria essa frase aos estudantes universitários (e secundaristas também): “deixem o estudante estudar em paz”. Sem o distrair continuamente com palestras de empreendedorismo, ou de como elaborar um curriculum vitae, escrever uma patente, e coisas do tipo. Tudo isso está sendo ministrado antes do tempo, e os que seguem essa sereia (porque é mais fácil ouvi-la do que espremer o cérebro sobre um texto de termodinâmica) acabam perdendo a oportunidade de se preparar melhor e fundamentar melhor suas idéias, que aí sim serão criativas.
A falta de engenheiros no Brasil é muito grande; formamos 30.000 profissionais por ano, pouco se comparado com a China – 400 mil; Índia – 250 mil, e Coréia do Sul – país pequenino com 50 milhões de habitantes que forma 80 mil engenheiros. A urgência é grande, e uma meta da CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – órgão do MEC) é a evolução daqueles 30 mil para 40 mil nos próximos três anos. Esses números dão razão à CNI (Confederação Nacional da Indústria) que prevê um excesso de 150 mil vagas em setores técnicos.
Mas além da questão quantitativa, há a qualitativa: José Roberto Cardoso diretor da Escola Politécnica da USP faz notar que "... só um entre quatro engenheiros possui formação adequada...”. De fato, dependendo de como se contam há 1.087 cursos no país, dos quais a metade em escolas particulares, e uma olhada nas notas do ENADE dessa metade explica as palavras do professor.
Se ainda por cima desviamos antes do tempo um porcentual de estudantes desse mercado, e o distraímos com falsas e anti - tempo preocupações, não estamos colaborando muito com a solução dos problemas, estamos?
(*) Professor do Departamento de Engenharia de Materiais, na Universidade Federal de São Carlos.
texto extraído do Carta Maior
Depoimento de um experiente leitor de quadros de avisos
Uma fonte de informações interessantes do estado atual da academia é representada pelos quadros de avisos de universidades. Entre anúncios tipo - aluga-se vaga em república feminina, vendem-se bicicleta com 12 marchas, geladeira semi-nova e um Gol 1998 em bom estado - aparecem chamadas vagamente relacionadas com estudo e carreira; por exemplo, avisos de palestras e cursos.
Um tema que vem aparecendo mais e mais nos quadros de aviso, mas também em jornais e revistas que de vez em quando se ocupam de educação e afins, é o empreendedorismo. Assim mesmo: com dois ‘és’. Todos nós sabemos do que se trata: uma atitude independente e corajosa, que pressupõe espírito de iniciativa, destemor ao risco e, por fim, conhecimento técnico, atitudes “manageriais” e um bocado de ambição.
Com minha longa experiência de quadros de aviso de universidades posso atestar que nossa juventude está sendo bombardeada por mensagens que endeusam a tal atitude. Os recipientes são estudantes das engenharias e ciências da computação, como também físicos, químicos e biólogos. Não consigo me livrar da impressão de que as mensagens carreguem a silenciosa premissa de que seguir uma carreira acadêmica ou fazer carreira, primeiro em chão de fábrica e depois em atividades mais estratégicas, seja próprio dos menos capazes. Talvez esteja sendo injusto, mas é o que implica a adjetivação utilizada, que recobre de méritos o engenheiro (ou químico, ou físico...) empreendedor, e lhe aponta como inevitável o sucesso de sua pequena empresa, invariavelmente de base científica e com grande carga de inovação.
Em torno dessa idéia, a partir de 1984 começam a nascer os parques tecnológicos, que hoje no Brasil são mais de duzentos (na minha cidade tem dois), alimentados por diversos tipos de financiamento; CNPq, Secretaria de Ciência e Tecnologia dos Estados, etc., e cujo desempenho – perdas e ganhos – nunca foi apresentado aos pagadores de imposto. Notável é a ausência quase que completa de capital de risco provindo de grandes empresas ou mesmo de investidores pessoas físicas.
Sabemos que o tempo presente é a era dos serviços, natural sucessora da era da indústria, e o empreendedorismo, alardeado como a vocação dos mais capazes, passou a formar um mercado per se, sobre o qual se pode ganhar dinheiro. Isso levou à proliferação de parques tecnológicos, incubadeiras de novas empresas e entes do tipo, que logicamente necessitam de presidentes, diretores e administradores, perpetuando-se assim o ciclo do existo porque existo e quero continuar existindo. Das empresas amparadas por esses Parques e incubadeiras sabe-se pouco, e as perguntas que se colocam são: qual a taxa de mortalidade – Suíça ou de terceiro mundo? Qual o peso econômico das empresas? Qual o seu nível tecnológico médio?
Lembro-me de quando visitei a Feira de um desses Parques, e surpreso me deparei com o estande de uma (hoje falida) fábrica de tratores exibindo o seu já então vetusto produto. Naturalmente há exceções, e muitas, e pontos de vista diferentes, mas a intenção deste artigo não é tanto discutir os prós e contras do empreendedorismo no plano econômico ou no de formador de estruturas tecnológicas consistentes, como de levantar questões sobre o efeito que esse pesadissimo marketing da carreira possa ter sobre os estudantes.
Os apelos ao empreendedorismo deixam de mencionar que uma empresa de base tecnológica depende do aparecimento de uma idéia que não surge do ar, mas é pacientemente garimpada entre princípios científicos, experimentos e, principalmente, conhecimento de causa. Lembro que em uma eleição passada, o mote que acompanhava um dos candidatos era “deixe o homem trabalhar”. Eu adaptaria essa frase aos estudantes universitários (e secundaristas também): “deixem o estudante estudar em paz”. Sem o distrair continuamente com palestras de empreendedorismo, ou de como elaborar um curriculum vitae, escrever uma patente, e coisas do tipo. Tudo isso está sendo ministrado antes do tempo, e os que seguem essa sereia (porque é mais fácil ouvi-la do que espremer o cérebro sobre um texto de termodinâmica) acabam perdendo a oportunidade de se preparar melhor e fundamentar melhor suas idéias, que aí sim serão criativas.
A falta de engenheiros no Brasil é muito grande; formamos 30.000 profissionais por ano, pouco se comparado com a China – 400 mil; Índia – 250 mil, e Coréia do Sul – país pequenino com 50 milhões de habitantes que forma 80 mil engenheiros. A urgência é grande, e uma meta da CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – órgão do MEC) é a evolução daqueles 30 mil para 40 mil nos próximos três anos. Esses números dão razão à CNI (Confederação Nacional da Indústria) que prevê um excesso de 150 mil vagas em setores técnicos.
Mas além da questão quantitativa, há a qualitativa: José Roberto Cardoso diretor da Escola Politécnica da USP faz notar que "... só um entre quatro engenheiros possui formação adequada...”. De fato, dependendo de como se contam há 1.087 cursos no país, dos quais a metade em escolas particulares, e uma olhada nas notas do ENADE dessa metade explica as palavras do professor.
Se ainda por cima desviamos antes do tempo um porcentual de estudantes desse mercado, e o distraímos com falsas e anti - tempo preocupações, não estamos colaborando muito com a solução dos problemas, estamos?
(*) Professor do Departamento de Engenharia de Materiais, na Universidade Federal de São Carlos.
Mídia e movimentos sociais - Um exemplo
Ai, galera,
Segue para reflexão....Nem sei se eu concordo com a pauta dos lojistas, ou
se sou contra, mas fiquei chocado com um texto da folha de sao paulo, muito,
mas muito tendencioso.... segue como reflexao de como a mídia trata os mov.
sociais, eles nem sequer explicam o pq do protesto direito. Em outra, que
falam sobre o protesto. Falam sobre o projeto de revitalização de um bairro
e falando que tem um grupo contra, chama o protesto de tumulto e usa um jogo
de "palavras brilhante", pra defender o governo de SP, aquele que gosta de
dar umas porradinhas nos professores, e criminalizar qq tipo de
manifestação, ainda que seja de lojistas (classe média). Uma das
manipulações mais bem elaboradas das que tenho visto nos jornais
ultimamente.
vai ai o link
Daniel Nunes
Brasília-DF
Brasília-DF
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Paradigmas Midiáticos da Impar$ialidade (ou porque a Globo bate tanto no Horto)
Paradigmas ou padrões reconhecíveis e o caos se alternam na natureza.
O sistema midiático brasileiro não é exceção. Desde os primórdios do que chamamos de imprensa (e atualmente de "mídia") suas características sistemáticas se mantém coerentes com suas premissas.
No Brasil apenas 11 famílias são proprietárias de todos os veículos de comunicação de massa convencionais.
Em um ciclo vicioso aparentemente sem fim, gradualmente expandia seu domínio midiático alavancando seu poder de
Como "novos donos do pedaço", as Organizações Globo não são exceção, muito pelo contrário. Sob seu jugo a inadvertida população brasileira é diariamente imbecilizada pelo alienante Padrão Globo de Qualidade e por
A anos a empresa vem comprando inúmeros imóveis nas proximidades da rua Von Martius (sede do jornalismo Homer Simpson) e a tempos, "coincidentemente", dois impar$iais veículos das Organizações Globo, o jornal O Globo e a rádio C.B.N., com seus críticos, jornalistas e especialistas de plantão com suas almas faustianas (aqui nada a ver
Será?
Chamá-los de tubarões é uma tremenda injustiça com os lindos animais
Em uma análise dos padrões, ou melhor, no estudo do "sistema" que se caracteriza por uma configuração própria definível, complexa ou não, mas de forma repetitiva identificável como pertencente ao sistema analisado.
O sistema midiático brasileiro não é exceção. Desde os primórdios do que chamamos de imprensa (e atualmente de "mídia") suas características sistemáticas se mantém coerentes com suas premissas.
Esse "Domínio Midiático", tanto no sentido de "campo" quanto no sentido de "controle" mantém suas variáveis constantes, como por exemplo, no que concerne seu devido uso em benefício prórpio por seus donos e associados.
Aqui, obviamente, o benefício financeiro é também traduzido como poder político e vice-versa.
Tem sido assim no Brasil a partir de 1808 com o jornal Correio Brasiliense editado em Londres pelo
maçom-diplomata-jornalista Hipólito da Costa e desde de 1825 com o 1o diário editado na América Latina, o Diário de Pernambuco, de propriedade do poderoso advogado e temido político Francisco Rosa e Silva.
Desde de então, sem exceções, o poder político-finaceiro de seus "barões" e "coronéis" tem sido inquestionável (em todos os sentidos). A grande mídia brasileira pode e fala sobre tudo que lhe convém e quando lhe convém, de acordo com seus interesses próprios, sejam esses óbvios ou velados, diretos ou indiretos, no entanto, nínguém deve jamais se atrever a cometer o grande equívoco de questionar a opacidade desses meios e suas doutrinas excusas, pois, invarialvelmente, quem ousar fazê-lo será deliberadamente tostado vivo na fogueira da inquisição midiática como um maligno "cerceador da liberdade de expressão" e de "anti-democrático".
No Brasil apenas 11 famílias são proprietárias de todos os veículos de comunicação de massa convencionais.
Que democracia é essa? Somente as vozes de 11 famílias, supostamente responsáveis, são
habilitadas a propagar a "ética" e a "visão do mundo" em um país com
mais 190 milhões de habitantes?
Que liberdade de expressão é essa?
As duas táticas básicas corriqueiras que desvelam a perversa "trama" de nossos meios de comunicação são: enaltecer ou desvalorizar? sempre no
devido momento, e sempre visando frutos político-econômicos
subsequentes.
Assis Chateaubriand, o Rei do Brasil, criador da Ordem do Jagunço, fundador dos "Diários Associados", no auge de seu império com mais de 80 jornais (inclusive, implantando o 1o Canal de TV da America Latina, a TV Tupi de São Paulo em 1950, a quarta do planeta, e a primeira de sua cadeia), se tornou mestre na arte do "toma-lá-dá-cá", expoente inigualável na arte de cultivar segredos e intrigas com o intúito de colher cifras.
fogo-político a cada aquisição de um novo jornal, de uma nova rádio, ou de um novo canal de TV; sempre deixando bem claro quem dava as ordens no Brasil de então.
Até 1960, Chatô, fazia o magnata da mídia estadunidense, O Cidadão William Heasrt Kane, parecer um pirralho
fazendo traquinagens infantis nas areias do Baixo Bebê na praia do Leblon numa tarde primaveril.
O gangster Chatô fez escola.
O tão recentemente aclamado jeito mafioso de ser da mídia P.I.G. (Partido da Imprensa Golpista) brasileira é, e sempre foi, o padrão.
sua grade de programação entrevada e entrevante.
Em um esquema de cumplicidade, auto-legitimação espetacular, lavagem cerebral, opacidade, opressão e mentiras, a famiglia Marinho tem se aproveitado de sua posição olimpiana conquistada ilegalmente pela estratosférica quantidade
de dólares inconstitucionalmente injetados na empresa pelo conglomerado estadunidense Standard Oil/Esso/Time-Life e também pelos benesses e interesses mútuos viabilizados pelos amigos na Central Intelligence Agency (C.I.A.), e pelos austeros "pero no mucho" militares brazucas antes, durante, e após o golpe de 1964.
De fato as Organizações Globo são parte fundamental deste e da subsequente venda do país a preço de "banana" nanica.
Nessa confortável situação de impunidade autorgada pela autoridade divina "In God We Trust" e amparo nos decretos de lei do Estado de Terror com o porrete em punho e o pau-de-arara a todo vapor, o clã dos Marinho se acostumou muito mal.
Por exemplo: os interesses imobiliários de longa data da gang no bairro do Jardim Botânico na cidade do Rio de Janeiro são tão explícitos que até poderíamos chamá-los de estabanados.
com o Faustão, mas sim "tudo a ver" com Mefistófeles) - em parceria com a mussolinesca Associação de Moradores e Amigos do Jardim Botânico (AMA-JB) - vêm paulatina e traiçoeiramente marretando a região do Horto (situado nas valorizadíssimas partes altas do bairro) com matérias exclusivamente negativas e depreciativas sobre os acontecimentos locais, sobre a Associação dos Moradores e Amigos do Horto (AMA-HOR), e mais recentemente sobre a iniciativa da criação da instituição sem fins lucrativos Museu do Horto.
Me contou um passarinho verde aninhado dentro da própria TV Globo que a empresa intenciona comprar o enorme imóvel da também "made in USA" A.L.S.CO. (American Linen and Services Co.) esta, também pra disfarçar a origem, é conhecida pelo singelo e dissimulado nome fantasia: "Toalheiro Brasil", um mico cinzento pra quem advinhar
onde?!? NO HORTO!
A estratégia é tão vulgarmente conhecida e desgastada que chega a ser patética. Assim sendo, não podemos deixar de perguntar aos quatro ventos e a quem interessar possa:
Será que a Globo está perdendo a "elegância platinada" de suas falcatruas pregressas?
Será que agora como uma moribunda, atabalhoada e senil entidade pseudo-mitológica a Vênus-com-artrose está se descuidando e deixando transparecer seu veneno mundano, seu cinismo e suas dissimulações?
Será que o contrato de locação do prédio de jornalismo na Rua Von Martius está prestes a expirar como se pode averiguar no livro A História Secreta da TV Globo de Daniel Herz?
Será que o patrão e também proprietário do mesmo imóvel (Standart Oil/Esso/Time Life) o quer de volta?
Será que sem a "ajudinha" do parasitário capital de Wal Street, sem as maracutáias da agência de difusão cultural C.I.A., e sem o repulsivo jugo do Estado ditatorial necrófilo brasileiro está ficando claro sua incompetência empresarial?
Será que as Organizações Globo guardam purulenta mágoa por não terem conseguido violentar o que resta da rica biodiversidade da Mata Atlântica no Horto implantando seus mega-impacto mega-estúdios de teledramaturgia plim-plim na região, projeto este a décadas escurraçado pela comunidade local e somente viabilizado no vulnerável bairro de Jacarepaguá, criando assim o espetaculoso Projeto Jacarepaguá, comumente
conhecido como ProJac ou Pró-Jeca?...
Será?
Chamá-los de tubarões é uma tremenda injustiça com os lindos animais
marinhos. "Vampiros" (assim mesmo com "V" maiúsculo) é muito mais
apropriado, apesar destes também serem "Marinhos". A realidade paradigmática onde a decrépita e obsoleta Globo se encontra
mudou.
Já sabemos quem nos consome a vitalidade. Larguem nossa jugular
agora!
TRANSPARÊNCIA MIDIÁTICA RADICAL JÁ!
murah
PROJETO CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE E ATRAVÉS DO DOMÍNIO AUDIOVISUAL
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